Somos guardiões de nossa consciência.
Somos campeões de nossa guerra interior.
Somos escrivões de nossa própria história.
Somos profetas mascarados de mortais.
Somos as pétalas coloridas por instantes fatais.
Somos quimeras de um sorriso infindável, apenas isso, nada mais.
Somos transformados por nossa forma de viver.
Somos copiados cotidianamente sem perceber.
Somos encorajados pelo medo, sem temer.
Somos pedaços de fúnebres inspirações.
Somos curados por inócuas vidas, por nossas pretensões.
Somos culpados por nossas doenças e pela cura de nosso templo.
Somos o lar de nossa identidade, que na solidão, dá a luz ao vento.
Somos a coragem mútua do perdão alheio.
Somos na verdade a culpa que esconde a dor em nosso peito.
Somos o que acreditamos realmente existir dentro de nós.
Somos o que realmente acreditamos ser quando unidos estamos a sós.
Somos um instante de glória em uma distante memória num lugar qualquer.
Somos a falta de honra de uma história que sonha em fazer o que der.
Somos um recém nascido, constantemente em perigo, que insiste ser um ser imortal.
Somos um coração partido, em um distante destino, que fere o suicídio de uma alma sem fim.
O vazio nos enche de perguntas, perguntas cheias de razões.
O pavio nos ensina a aguardar a lenta rapidez do fim de tudo.
O aviso nos preenche com motivos, motivos preenchidos de ilusões.
O caminho nos anima a guardar e guardando escondemos soluções.
Existimos e habitamos existências, vivemos e inspiramos vidas.
Somos o medo na ida, a saudade na volta e a dúvida na eternidade.
Somos na verdade a falta de certeza, a força na tristeza e a angústia na saudade.
Somos o que não sabemos, o que não queremos, o que não podemos, o que tentamos não ser.
Somos e seremos sempre algo novo, sempre crescendo e mudando, a procura de um por que.
Somos campeões de nossa guerra interior.
Somos escrivões de nossa própria história.
Somos profetas mascarados de mortais.
Somos as pétalas coloridas por instantes fatais.
Somos quimeras de um sorriso infindável, apenas isso, nada mais.
Somos transformados por nossa forma de viver.
Somos copiados cotidianamente sem perceber.
Somos encorajados pelo medo, sem temer.
Somos pedaços de fúnebres inspirações.
Somos curados por inócuas vidas, por nossas pretensões.
Somos culpados por nossas doenças e pela cura de nosso templo.
Somos o lar de nossa identidade, que na solidão, dá a luz ao vento.
Somos a coragem mútua do perdão alheio.
Somos na verdade a culpa que esconde a dor em nosso peito.
Somos o que acreditamos realmente existir dentro de nós.
Somos o que realmente acreditamos ser quando unidos estamos a sós.
Somos um instante de glória em uma distante memória num lugar qualquer.
Somos a falta de honra de uma história que sonha em fazer o que der.
Somos um recém nascido, constantemente em perigo, que insiste ser um ser imortal.
Somos um coração partido, em um distante destino, que fere o suicídio de uma alma sem fim.
O vazio nos enche de perguntas, perguntas cheias de razões.
O pavio nos ensina a aguardar a lenta rapidez do fim de tudo.
O aviso nos preenche com motivos, motivos preenchidos de ilusões.
O caminho nos anima a guardar e guardando escondemos soluções.
Existimos e habitamos existências, vivemos e inspiramos vidas.
Somos o medo na ida, a saudade na volta e a dúvida na eternidade.
Somos na verdade a falta de certeza, a força na tristeza e a angústia na saudade.
Somos o que não sabemos, o que não queremos, o que não podemos, o que tentamos não ser.
Somos e seremos sempre algo novo, sempre crescendo e mudando, a procura de um por que.

2 comentários:
Somos o inverso da razão!
alucinante
amei o texto cara!
amo vc tb tah :*
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