Exbosso minha idéia
Em forma de expressão
Exponho-me informando
Os caminhos funebres
De nossa horda triste
Que sorrí das lágrimas
Quando nem existe
Um devaneio proposto
Um gesto simplório
De paladar sem gosto
Que nos traz a monotonia
Nos fazendo crer
Na saída que sofre
Ao nos ver viver
Como gotas que se desfazem
Ao cortar a gravidade
Pobres pedaços
Que fazem história
Engolindo memória
E vomitando ilusões
Chorando no dia-a-dia
Não sei o motivo
Não sei porque vivo
Pois nada alcanço
E nós
Jamais alcançaremos o mínimo
Do significado da essência vivida...
Se alcançar fosse pleno
Não ficariamos nos perdendo em devaneios
Nem em busca de lugares eternos e perfeitos
Nosso delírio seria nosso santuário
Nossa verdade nossa maior mentira
Em nossa vida não existiria saudade
O esforço vale muito e vale muito pouco
Do que adianta se curvar diante de si mesmo?
Conformidade
Linha curta
Obstáculo
Meu olhar às vezes me engana
Mas a ordem e os progressos nefastos que criei em mim
Jamais serão capazes de me ludibriar
É você que me engana
É você que se engana
O fim pode ser nossa última chance!
Nao tenha medo
Tudo que nasce morre antes
E tudo que morre renasce na eternidade...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Há Um Dia...
Há um dia...
Um dia que muda tudo
Some o céu em um inócuo momento
Muda tudo, muda o mundo
Muda o tempo
Muda meu mundo sem eu perceber
Eis a minha prisão
A liberdade me condena
Meu medo distrai minha calma
Minha alma sai de cena
Nada sobrevive
Meu poema não é mais meu
Queria eu construir meu jeito
Algo simples...
Alvo notório, incoado e eterno
Um pobre ledo sem conhecer a lágrima
Há um dia que me sinto distante
Normal...
Posso desperdiçar chances
Mas não paro...
Reencarno e vou sozinho
Vou adiante munido de mim mesmo
Busco no fundo um mundo só meu
Onde tudo que vejo no pra sempre se perde
Há um dia...
A um dia não sou mais eu
Numa isopatia do amor tão fácil seria
Se tivesse eu certeza
De que a dor que sinto não é mais a que eu sentia
Seria mais fácil se o amor a tudo sobrevivesse
Se minha aflição me indicasse o que minto
Há um dia...
Que minha vergonha não se absteve
A um dia não choro
A um dia não moro mais no mar que blindei
Olhe em meus olhos...
Me sinta
E veja em meu mundo a loucura que me guia
A loucura que cura e encanta meus gestos
Não posso mais sonhar
Sonhando me deixo, sonhando me engano, me renego
Um brinde ao meu mundo
Um brinde a meus planos assassinos
Meu mundo é amargo
Há um dia...
A um dia encontrei dentro de mim
Meu sangue molhando o meu mundo inventado...
Um dia que muda tudo
Some o céu em um inócuo momento
Muda tudo, muda o mundo
Muda o tempo
Muda meu mundo sem eu perceber
Eis a minha prisão
A liberdade me condena
Meu medo distrai minha calma
Minha alma sai de cena
Nada sobrevive
Meu poema não é mais meu
Queria eu construir meu jeito
Algo simples...
Alvo notório, incoado e eterno
Um pobre ledo sem conhecer a lágrima
Há um dia que me sinto distante
Normal...
Posso desperdiçar chances
Mas não paro...
Reencarno e vou sozinho
Vou adiante munido de mim mesmo
Busco no fundo um mundo só meu
Onde tudo que vejo no pra sempre se perde
Há um dia...
A um dia não sou mais eu
Numa isopatia do amor tão fácil seria
Se tivesse eu certeza
De que a dor que sinto não é mais a que eu sentia
Seria mais fácil se o amor a tudo sobrevivesse
Se minha aflição me indicasse o que minto
Há um dia...
Que minha vergonha não se absteve
A um dia não choro
A um dia não moro mais no mar que blindei
Olhe em meus olhos...
Me sinta
E veja em meu mundo a loucura que me guia
A loucura que cura e encanta meus gestos
Não posso mais sonhar
Sonhando me deixo, sonhando me engano, me renego
Um brinde ao meu mundo
Um brinde a meus planos assassinos
Meu mundo é amargo
Há um dia...
A um dia encontrei dentro de mim
Meu sangue molhando o meu mundo inventado...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Um convite ao ponto de vista
Te convido
Venha conhecer minha vida
Sentir meu sentimento
Falar com minha voz
Sofrer com minha alma
Olhar com meus olhos
Te convido
Venha, entre em mim
Se tranforme no meu ponto de vista
Sofra o que suporto diariamente
Ande com meus passos
Chore com meus olhos
Te convido
Se veja em meus retratos
Retrate as imagens perdidas dentro de mim
Conviva com a minha convivência
Se una a meus pedaços
Conheça meus amigos, meus defeitos, minhas limitações
Te convido
Jogue meu jogo
Conte minhas mentiras
Aumente o volume e se deixe levar pelo momento
Busque o verdadeiro sentimento
Respire dentro da prisão do meu ego
Te convido
Enfrente a avalanche que enfrenta meu caminho
Lute por esta batalha que alimenta minha natureza
Desrespeite os gestos alheios
Julgue a incerteza sem ter certeza
Seja aquilo que seu julgamento falho condena
Te convido
Me consuma, me guie, se veja em mim
Não suma, se vigie, se veja por mim
Entenda a forma que eu te entendo
Jure e perceba o equívoco de um não
Se perca em minhas histórias
Te convido
Venha! Conviva... Que você vai perceber
Que a nossa diferença
Está em nossa semelhança
E apesar de pensarmos diferentes
Somos a mesma pessoa
Só muda a matéria
A fórmula é a mesma
Só muda a fórmula
A matéria é a mesma
O que somos não supera nada
Não ultrapassa sequer nossa imaginação
Somos um pedaço de nada
Numa vida sem direção.
Venha conhecer minha vida
Sentir meu sentimento
Falar com minha voz
Sofrer com minha alma
Olhar com meus olhos
Te convido
Venha, entre em mim
Se tranforme no meu ponto de vista
Sofra o que suporto diariamente
Ande com meus passos
Chore com meus olhos
Te convido
Se veja em meus retratos
Retrate as imagens perdidas dentro de mim
Conviva com a minha convivência
Se una a meus pedaços
Conheça meus amigos, meus defeitos, minhas limitações
Te convido
Jogue meu jogo
Conte minhas mentiras
Aumente o volume e se deixe levar pelo momento
Busque o verdadeiro sentimento
Respire dentro da prisão do meu ego
Te convido
Enfrente a avalanche que enfrenta meu caminho
Lute por esta batalha que alimenta minha natureza
Desrespeite os gestos alheios
Julgue a incerteza sem ter certeza
Seja aquilo que seu julgamento falho condena
Te convido
Me consuma, me guie, se veja em mim
Não suma, se vigie, se veja por mim
Entenda a forma que eu te entendo
Jure e perceba o equívoco de um não
Se perca em minhas histórias
Te convido
Venha! Conviva... Que você vai perceber
Que a nossa diferença
Está em nossa semelhança
E apesar de pensarmos diferentes
Somos a mesma pessoa
Só muda a matéria
A fórmula é a mesma
Só muda a fórmula
A matéria é a mesma
O que somos não supera nada
Não ultrapassa sequer nossa imaginação
Somos um pedaço de nada
Numa vida sem direção.
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